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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O caso dos dez negrinhos

Things that I like: Adoro livros de mistério
Things that I don't like: Odeio quando o final é obvio


Livro da minha autora de romances policiais favorita, Agatha Christe.

Assim como a maior parte dos melhores livros que já li “o caso dos dez negrinhos” começa de maneira chata dando aos leitores uma pequena idéia sobre oito dos dez personagens principais e o porquê de eles estarem se dirigindo à ilha do negro, cenário principal desse mistério.
Ao chegarem à ilha descobrem de maneira inusitada que são todos acusados de assassinatos, mesmo que indiretamente, e após essa revelação morrem um a um seguindo relativamente ou completamente um poema que se encontrava afixado a cada um dos quartos:

“Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;
Um deles se engasgou e então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir: mas nenhum está afoito!
Um deles cai no sono, e então ficaram oito.
Oito negrinhos vão a Devon de charrete;
Um não quis mais voltar, e então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta, e então ficaram seis.
Seis negrinhos em uma colméia trabalham com afinco;
A um deles pica uma abelha, e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no tribunal. Ver e julgar um fato;
Um ali foi julgado, e então ficaram quatro.
Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no zoo. Vendo leões e bois.
O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um;
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.”

A cada morte desaparece uma figura de porcelana de um negro que se encontrava sobre a mesa da sala de jantar. Ao revistarem a ilha à procura do assassino não descobriram esconderijos possíveis ou qualquer outra pessoa, então chegam à conclusão lógica de que um deles é o assassino já que a única maneira de entrar ou sair da ilha é uma pequena embarcação que vem da costa e que não havia voltado desde que os tinha deixado lá.
A partir desse enredo digno de Agatha Christie se desenrola um mistério que não me deixou dormir até a conclusão do livro.
Cada página me desafiava a descobrir seus mistérios e cada frase tentava me dizer mais do que nela havia escrito, para mim um bom livro de mistério é aquele que apenas o autor conhece seus enlaces antes de sua conclusão, este livro não me decepcionou em nada.
Se você ainda não o leu tenho certeza de que não descobrirá o assassino antes do fim, quando se revela em uma carta, e não conseguirá parar de ler até que o ultimo ponto desabroche sob seus olhos.
Recomendo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Things that I like

Things that I like: Eu gosto de falar de tudo, e tenho uma opinião sobre quase tudo.
Things that I don’t like: Eu não gosto de mentira e de quando alguém importante esconde de mim coisas importantes.

Aqui eu vou poder falar de tudo, do que eu penso, do que eu gosto e do que eu não gosto, do que eu sinto, das minhas manias e dos meus amigos. Minha cabeça vive cheia de pequenos pensamentos e agora resolvi deixar eles saírem.
Eu sou uma pessoa eclética, gosto muito de ler e de escrever, filmes me fazem rir, me fazem chorar ou me deixam pasma, ás vezes eu fico revoltada e então surgem “Things that I don’t like” para extravasar o estresse.
Ás vezes eu prefiro deixar músicas me definirem, e ás vezes eu interpreto as músicas de uma maneira diferente para elas me definirem. E ás vezes eu choro ouvindo música, ou começo a dançar sozinha no meio do meu quarto, ou começo a cantar gritando esganiçada... Algumas pessoas até dizem que eu canto bem, mas vai saber, nunca me ouvi cantando...
Há dias em que eu fico nostálgica, e nesses dias talvez eu comece a falar de Mário, ou de subir em goiabeiras, ou até de como eu enfiei a perna em uma ponte, mas isso é assunto pra outro dia... Há dias em que eu fico entusiasmada com coisas bobas e sem importância, mas isso também é outra história.
Um dia posso chegar contando de como eu fiquei animada com uma aula de direito penal ou privado, não ligue, são aulas sensacionais não consigo não me animar com o direito, afinal sou apaixonada, apaixonada pelo direito entre muitas outras coisas.
Não gosto de mentira, gosto de saber de tudo que as pessoas pensam principalmente quando é sobre mim, porque apenas sabendo a opinião das pessoas sou capaz de evoluir, então me critique, seja sincero, fale o que achou das minhas opiniões e me dê as suas, se conseguir me convencer de que estou errada vou mudar, afinal não sou arrogante a ponto de dizer que minha opinião vale mais que a dos outros ou algo assim.
Tem dias que fico preguiçosa, mas quem não fica? Então vácuos podem vir a aparecer, mas minha pretensão é não abandonar esse blog, então pretendo não ficar mais de uma semana sem postar, a não ser que algo me impeça de fazê-lo.
Eu sou assim, gosto de um pouco de tudo e desgosto de tudo um pouco, mas nada posso fazer pra mudar essas coisas, só posso ir levando minha vida e deixando aqui as marquinhas das coisas que eu amo.
And these are the things that I like.